mai 16

Com a crescente popularidade da computação em nuvem, o SaaS (Software as a Service), ou software como serviço, ganha destaque como o mais promissor modelo de negócio para a comercialização de software. Após extensas pesquisas sobre o assunto, decidi que este seria o modelo ideal para os produtos desenvolvidos pela iDiv.

A decisão não foi fácil, pois esbarra na análise de muitas questões polêmicas, tais como a necessidade extrema por segurança da informação, política de privacidade, tutela sobre os dados, confiança do mercado na reputação da empresa, dentre outras.

Assimilei muitos bons conceitos, opinados por pessoas em uma ou outra questão abordada, e configurei o que seria mais apropriado utilizar na iDiv. Nesta configuração posso destacar:

  • Utilizar uma aplicação na nuvem completa e auto-suficiente para as necessidades do usuário.
  • Utilizar interfaces ricas para aproximar-se da experiência que o usuário já possui em suas aplicações para desktop.
  • Propor modelos alternativos de armazenamento e tutela de dados para casos em que o cliente não confie colocar seus dados na nuvem.
  • Comercializar dois serviços distintos ou combinados: processamento e/ou armazenagem de dados.
  • Dispor os serviços de processamento sob a forma de web services, com a adoção da API REST.
  • Permitir livre escolha do cliente na implementação da aplicação cliente em REST para os Web Services, feita por ele próprio ou por contratar os serviços da iDiv.
  • Adotar fortes recomendações de segurança nos lados cliente e servidor, tais como: uso de certificado digital próprio no servidor, redundância de link no cliente, backups automatizados, datacenters com alta disponibilidade, dentre outras.

Sob esta bandeira, a iDiv irá oferecer software sob demanda para o cliente, permitindo que empresas de qualquer porte utilizem suas aplicações com baixo impacto em seu orçamento de TI. Algo que vem bem a calhar em épocas de recessão globalizada.

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In English

With to growing popularity of the Cloud Computing, the SaaS (Software as a Service) wins prominence as the most promising business model for the software commercialization. After extensive researches on the subject, I decided that this would be the ideal model for the products developed by iDiv.

The decision was not easy, because it dashes in the analysis of many controversial subjects, such as the need it exalts for safety of the information, politics of privacy, data keeping, trust of the market in the reputation of the company, among others.

I assimilated many good concepts, said by people in an or other approached subject, and I configured what would be more appropriate to use in the iDiv. In this configuration I can highlight:

  • To use an application in the cloud completes and self-sufficient for the user’s needs.
  • To use rich interfaces to approach of the experience that the user already possesses in your applications for desktop.
  • To propose alternative models of storage and data keeping for cases in that the customer doesn’t entrust to place your data in the cloud.
  • To market two services different or combined: processing and/or storage of data.
  • Disposal the processing services under the form of web services, with REST API adoption.
  • To allow the customer’s free choice in the application customer’s implementation in REST for the Web Services, done by him own or for hiring the services of the iDiv.
  • To adopt strong recommendations of safety in the client and server sides, such as: use of own digital certificate in the server, link redundancy in the client. automated backups, datacenters with high readiness, among others.

Under this flag, the iDiv will offer software on demand for the customer, allowing companies of any load to use your applications with low impact in your IT budget. Something that comes in handy well in times of global recession.

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mai 14

Há cinco anos atrás tracei um objetivo de longo prazo e, para alcançá-lo, um conjunto de metas atingíveis a curto e médio prazos. Dentre as primeiras metas, já cumpridas, está a melhora de minha qualificação profissional, tendo concluído uma graduação superior na área de tecnologia da informação.

Com a requalificação profissional vieram novas oportunidades de trabalho e aumento de minha experiência por atuar em áreas antes desconhecidas. Mas ainda faltavam metas a serem cumpridas.

Dentre as metas de alcance a médio prazo, incluia-se o empreendimento de um negócio próprio na área de atuação em que me especializei. Minha previsão era atingir essa meta no início do ano de 2010. Mas uma oportunidade antecipou sua realização em pelo menos sete meses.

Tomei conhecimento da existência de subvenções financeiras, administradas pela Finep, com recursos do Ministério da CIência e Tecnologia, para que empresas nascentes pudessem desenvolver suas ideias com caráter de inovação tecnológica, gerando assim emprego e renda. Eu tinha várias boas ideias e, para que pudesse submeter uma delas, teria que iniciar legalmente uma pequena empresa.

Foi assim que nasceu a iDiv Sistemas para Internet, cujo foco é desenvolver software sob os modelos de computação em nuvem e comercializados como serviço (SaaS). Aguardo ansioso pela aprovação do projeto, mas, independente de ele ser aprovado ou não, e de os recursos financeiros serem liberados ou não, darei sequência aos meus objetivos. Continuarei a desenvolver minhas ideias e a transformá-las em produtos úteis para o mercado. Assim o farei, se Deus quiser.

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In English

Five years ago I traced an objective of long period and, to reach it, a group of reachable goals in the short and medium periods. Among the first goals, already accomplished, it is the improvement of my professional qualification, having concluded a superior graduation in the information technology area.

With the my professional upgrade new job opportunities and increase of my experience came for acting before in areas unknown. But they still lacked goals they be accomplished her.

Among the goals of medium term reach, the enterprise of an own business was included in the area of performance in that specialized. My forecast was to reach that goal in the beginning of the year of 2010. But an opportunity advanced your accomplishment in at least seven months.

I Became aware of the existence of financial subsidies, administered by Finep (Brazilian government research center), with resources of the Ministry of the Science and Technology, so that nascent companies could develop your ideas with character of technological innovation, generating like this employment and income. I had several good ideas and, so that it could submit one of them, I would have to begin a small company legally.

It was as soon was born the iDiv Systems for Internet, whose focus is to develop software under the Cloud Computing and SaaS models. I Await anxious for the approval of the project, but, independent of him to be approved or not, and of the financial resources they be liberated or not, I will give sequence to my objectives. I will continue to develop my ideas and to transform them in useful products to the market. I will make like this, if God wants.

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mai 13

Estou retomando a escrita no blog para narrar experiências relacionadas às minhas recentes atividades profissionais, especialmente as que envolvem a abertura de minha nova empresa, a iDiv Sistemas para Internet.

Dessa vez tomei a decisão de escrever os textos também no idioma Inglês. O intuito é ampliar o alcance de leitores de meu blog e ao mesmo tempo poder praticar o idioma. Antecipadamente peço desculpas aos leitores em Inglês. Devido a ainda estar num processo de aperfeiçoamento do idioma, poderei cometer erros gramaticais ocasionalmente.

Então até breve no próximo post.

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In English

I am retaking the writing in the blog to narrate experiences related to my recent professional activities, especially the ones that involve the opening of my new company, the iDiv Systems for Internet.

Of that time I made the decision of also writing the texts in the English language. The intention is to enlarge the readers’ of my blog reach and at the same time to practice the language. In advance I apologize to the readers in English. Due to still to be in a process of improvement of the language, I will occasionally be able to make grammatical mistakes.

Then see you soon in the next post.

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mar 08
PHP nas NuvensApresentação no II Encontro de Usuários PHP da Paraíba. Auditório do Sebrae, João Pessoa, 7 de março de 2009.

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fev 13

Muito se tem falado atualmente sobre Cloud Computing, ou Computação em Nuvem, cujo termo tem sua autoria ainda desconhecida mas que despertou o interesse de gigantes do e-business como IBM, Microsoft, Dell, Apple, Oracle, SalesForce e Amazon. No Brasil e no mundo, grandes players já disponibilizam parte de seus datacenters para fornecer serviços voltados para a Computação em Nuvem.

Mas o que é a nuvem onde se baseia essa computação? Que inovação tecnológica está ocorrendo diante de nossos olhos que ainda não percebemos? Por que o mercado está se alvoroçando tanto diante deste conceito? Vejamos.

A nuvem nada mais é do que a própria Internet, a grande rede mundial, geralmente representada por uma nuvem nos diagramas que modelam redes de computadores. Até aqui nada de novo.

Com os recentes avanços na disponibilidade de datacenters com capacidade de armazenamento e processamento cada vez maiores, maior alcance da banda larga e barateamento e popularização de equipamentos de acesso à Internet, seja por meio de computadores desktops, laptops e ultra-portáteis, tais como PDA´s e Smartphones, a computação em nuvem se tornou amplamente acessível a todos, mesmo sem se darem conta disso.

Basta ter um mecanismo básico de acesso à Internet, com tela, teclado, mouse ou tela sensível ao toque, que a computação em nuvem pode ser alcançada. Novamente, até aqui nada de novo, com exceção dos mais recentes smartphones que fazem sucesso no mercado.

Concluímos então que, em termos de inovação tecnológica, a computação em nuvem não apresenta quase nada de novidade. Está tudo ao nosso dispor já há algum tempo. Então, porque o mercado se alvoroça tanto em torno do assunto ao ponto de despertar o interesse de mega-corporações do setor?

Por incrível que pareça tudo isso tem a ver com a crise financeira global e a necessidade que as corporações estão tendo de reduzir custos de TI. Senão, vejamos.

Montar uma infra-estrutura de TI decente tem um alto custo que vai além da aquisição de hardware e licenças de software. Manter profissionais bem qualificados para dar suporte ao seu funcionamento também custa caro. Empresas que já investiram pesado em infra-estrutura, vislumbrando acomodar seu crescimento no futuro, deram-se conta de que a ociosidade computacional de seus datacenters inpacta diretamente em seu custo operacional. A saída para elas tem sido vender, sob demanda, parte de seu excedente computacional, tornando assim acessível para outras organizações usufruir de toda uma infra-estrutura avançada sem demandar vultosos investimentos.

Parece que a oportunidade de alugar um datacenter, ao invés de equipar um, vem bem a calhar em épocas de recessão, não acha? O mercado há muito tempo sabia do potencial de se usar a Internet (a nuvem) como repositório de dados e mecanismo de processamento, porém não era chegado o momento certo de se incentivar isso. Poderosos interesses econômicos estavam em jogo e ninguém gostaria de marcar um gol contra.

Agora o momento econômico mudou. Está em curso uma nova quebra de paradigma na forma como o software é comercializado (falarei sobre isto num futuro post). O importante é saber que o fluxo financeiro para investimentos de TI irá em grande parte para a nuvem, graças aos esforços de marketing, que está dando conta de divulgar essa história toda, disfarçando-a sob o manto de inovação tecnológica.

Daryl PlummerMas isso não importa. Mesmo num mercado em crise as oportunidades estão escancaradas. Opinando sobre a computação em nuvem, Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner Group, afirmou:

“O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão”.

Deixará você as questões tecnológicas um pouco à parte e pegará carona no marketing? Agora é um bom momento para a começar a pensar (e agir) a respeito.

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fev 07

O II Encontro de Usuários PHP da Paraíba é um evento voltado para disseminar o uso da linguagem de programação PHP, especialmente desenvolvida para a criação de sistemas na Internet. O público estimado é de 250 participantes, vindos dos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, e será realizado no auditório do SEBRAE, em João Pessoa, na data de 7 de março de 2009.

O objetivo principal do evento é mostrar para o mercado a viabilidade de se adotar como padrão de desenvolvimento uma linguagem amadurecida, robusta, com excelente suporte técnico, de rápido desempenho e, acima de tudo, totalmente livre de licenças.

Por sua vez, a comunidade de desenvolvedores é estimulada à descoberta de sua imensa potencialidade, facilidade de aprendizado e viabilidade mercadológica, ao passo que também são incentivados ao aprimoramento profissional e à busca constante da qualidade em serviços.

Com uma grade de palestras bastante diversificada e focada em temas tecnológicos atuais e relevantes, o II Encontro de Usuários PHP da Paraíba passa a ocupar um importante papel na formação de opinião, tanto da classe empresarial quanto da classe profissional, acerca da cultura da tecnologia da informação em nosso estado.

Finalmente, o II Encontro de Usuários PHP da Paraíba cumpre com seu papel de responsabilidade social por incentivar aos seus participantes a doação de gêneros alimentícios destinados à Casa da Criança com Câncer, instituição filantrópica que dá apoio aos pacientes e familiares vindos do interior em busca de tratamento no Hospital do Câncer Napoleão Laureano.

Programação:

  • 08:00 - Credenciamento
  • 08:30 - Abertura
  • 09:00 - Social Media e Wordpress: o poder dos plugins e themes PHP - José Fernando S. Carvalho “Fish”

    Sobre o Palestrante: Bacharel em Sistemas de Informação pelo IESP. Atua como Adminitrador de sistemas na empresa Neoline e ha 2 anos pesquisa sobre Web 2.0(Web Colaborativa) e seus resultados na atualidade.

    A palestra aborda o uso e a criação de Themes e Plugins em PHP sob o Wordpress a fim de gerir uma plataforma colaborativa. Os ambientes colaborativos não resumem-se a sites com cores bem dispostas ou entretenimento, esse fato é concretizado com o investimento de empresas como DELL, APPLE e FIAT na web 2.0 e na aglomeração de 80 mil indivíduos na Arpanet em 2001. A apresentação trata de mostrar como o uso e a criação de plugins e THemes PHP, no wordpress, podem servir como vantagens em atuais soluções colaborativas na WEB.

  • 10:00 - Desenvolvimento organizado com controle de versão - Alwin Garside

    Sobre o Palestrante: Alwin Garside é um desenvolvedor PHP e criador do projeto Vulpes. Devido ao seu envolvimento com projetos de software de código aberto, já tem vários anos de experiencia com sistemas de controle de versão (VCS).

    Na sua palestra ele vai explicar porque deve-se usar VCS, as diferenças entre VCS centralizados e distribuídos, e ensinar como criar e trabalhar com projetos em Subversion, GIT e Bazaar, os três VCS mais usados no momento.

  • 11:00 - PHP nas nuvens: Desenvolvendo para o mercado corporativo - Marcos Bezerra

    Sobre o Palestrante: Bacharel em Sistemas de Informação pelo IESP. Atualmente é Administrador de Sistemas ERP Microsiga Protheus na Vertical Engenharia. Desenvolvedor Web há 10 anos e entusiasta do PHP desde o ano 2000. Atualmente desenvolve com Zend Framework.

    A palestra aborda um tema bastante evidente na atualidade, a Computação em Nuvem, com todas as suas perspectivas financeiras em meio a um mundo em recessão globalizada. Apresenta ainda um importante conceito mercadológico, o Software como Serviço (SaaS) e uma de suas bases tecnológicas, a arquitetura SOA. Como ponto alto, mostra como o PHP está pronto para atender a todos os protocolos exigidos por este modelo tecnológico, apresentando as potencialidades de mercado para os desenvolvedores, direcionando-os de uma visão puramente técnica para outra voltada ao oportunismo nos negócios.

  • 12:00 às 14:00 - Intervalo para almoço
  • 14:00 - Moodle: Integração de Sistemas em PHP - Gleidson Lacerda

    Sobre o Palestrante: Gleidson Lacerda Medeiros tem sua mini-micro-minúscula-empresa, a GleidsonLM, focada em suporte e serviços de infraestrutura de redes e servidores para operações de ensino a distância, especialmente com software livre. Atualmente gerencia os servidores da GFARIAS.COM, Moodle Partner Brasil, da qual também é analista de sistemas e coordenador de tecnologia.

    Moodle é um ambiente virtual de aprendizado, software livre, escrito em PHP e largamente usado no mundo inteiro, sendo o ambiente escolhido para a Escola Aberta do Brasil, maior projeto de Ensino a Distância do Governo Federal. Iremos apresentar opções para integração do Moodle com outros sistemas, como, por exemplo, sistemas de pagamentos, sistemas de gestão acadêmica, sistemas de autenticação, webservices usando XML-RPC.

  • 15:00 - Aplicações Web Acessíveis - Diego Pessoa

    Sobre o palestrante: Diego Pessoa é formado em Sistemas para Internet pelo IFPB (Antigo CEFET-PB), atualmente trabalha com sistemas distribuídos e é membro do Núcleo Virtual de Aprendizagem, participando com pesquisa e aplicações acerca de acessibilidade. Além disso possui experiência de 7 anos com desenvolvimento PHP, tendo no curriculum projetos consolidados como o Paraiba 1.

    De uns tempos para cá, o desenvolvimento de interfaces ricas já se torna uma realidade entre os desenvolvedores, para tal, uma das tecnologias de maior sucesso entre os desenvolvedores atualmente é o AJAX, porém, seu uso também traz consequências negativas, principalmente, quando não é utilizado da forma correta. Na apresentação, irei revelar quais consequências seriam estas, e mostrar como resolvê-las, além de dar dicas de como desenvolver sistemas mais acessíveis, baseado nas novas diretrizes de acessibilidade da W3C (WCAG2).

  • 16:00 às 16:30 - Coffee-break
  • 16:30 - PHP Jedi - Boas práticas e alta performance - Felipe Ribeiro

    Sobre o Palestrante: Aluno de Ciência da Computação na UFCG, certificado em PHP5 pela Zend, articulista do portal Imasters e trabalha remotamente como Programador PHP Sênior para a statup Shoprizer sediada em Miami, FL. Desenvolvedor PHP há 7 anos e além de sistemas Web, tem também experiência na área de sistemas distribuídos e grids computacionais. Já ministrou treinamentos, palestras e mini-cursos sobre PHP e Ruby on Rails em eventos por vários estados do país.

    PHP é por vezes mal visto no mercado de TI por dar ao programador total liberdade de escrever o código como bem entender e assim permitir que aplicações mal escritas vão para o ambiente de produção e causem problemas.

    Essa palestra irá mostrar algumas maneiras de se melhorar a qualidade de códigos PHP visando a facilidade de compreensão, manutenção e re-uso. Além de várias dicas de como levar a performance da sua aplicação ao limite, analisando e otimizando ao máximo cada código, facilitando assim um crescimento sem traumas e permitindo a alta escalabilidade, tudo sem precisar apelar para o lado negro (POG) da força.

  • 17:30 - Caminhos para a certificação Zend - José Berardo

    Sobre o Palestrante: Professor e diretor da Especializa Treinamentos. Certificado em PHP (ZCE 4 e 5) e SCJP. Graduado em Administração (FCAP/UPE). Pós-graduado em Tecnologia da Informação (Cin-UFPE). Experiência em diversos sistemas Web, analista de sistemas em projetos Java EE na Caixa Econômica Federal. Ministrou treinamentos e consultoria para empresas como: Chesf, Unimed, FUNAPE, MPF-PE, Piauí Têxtil, Detran/PI, Elógica, entre diversas outras.

    A palestra fala sobre a importância e os caminhos para obter certificação oficial da Zend, mostrando as vantagens e desvantagens no mercado de trabalho e comentando alguns aspectos específicos da prova.

  • 18:30 - Mesa Redonda para resolução do ZCE Practice Test
  • Pós-evento: PHPinga/PHPizza

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mai 22

Pessoas estão sujeitas a todos os tipos de imprevistos e intempéries. Podem ficar indisponíveis por motivos tais como doença, acidente, morte, viagem, mudança de moradia ou de emprego. O incrível é que muitas empresas não se dão conta disso e não avaliam corretamente os riscos que representam a disponibilidade das pessoas em seus departamentos de TI.

Recentemente um analista de negócios amigo meu me relatou um caso passado em uma empresa de Maceió durante a implantação de um sistema ERP. Irei resumí-lo para ilustrar o que estou querendo transmitir neste post.

Tal empresa possuía um funcionário na TI, chamado Beto, que simplesmente sabia tudo e resolvia tudo em TI na empesa. A todo tempo a diretoria da empresa respondia à consultoria com ”Beto sabe disso”, “Beto resolve isso”, “fale com Beto” e coisas do gênero. Enxergando o risco de ter toda a TI concentrada no Beto, o consultor questionou à diretoria: “e se o Beto morrer?”

Embora possa ter sido infeliz o questionamento, por ter usado a macabra palavra morte, soando um pouco agourento, o consultor estava correto. Não se podia conceber a idéia da ausência de Beto durante o processo de implantação do ERP, por qualquer motivo que fosse, diante da fragilidade que era ninguém mais saber o que estava por detrás da TI da empresa.

O assunto não passaria de uma mera discussão estratégica se não fosse pelo lamentável fato de que, uma semana depois, Beto viria a falecer. Dá para imaginar o caos resultante na TI dessa empresa!

Por mais cômodo que pareça ser alguém concentrar todas as operações de TI numa empresa, achando que com isso se garante o emprego do profissional e o baixo investimento de recursos por parte da empresa, uma série de contras pode ser alistada para ambos os lados na relação de trabalho. O profissional não pode:

  • tirar férias - seu rendimento pode diminuir com o desgaste;
  • viajar a treinamento - seus conhecimentos podem ficar obsoletos mais facilmente;
  • adoecer, acidentar-se e, principalmente, morrer - a TI corre o risco de parar;
  • cogitar aceitar uma proposta de outra empresa - a gratidão, se é que existe, não permite deixar a empresa na mão deliberadamente! (sei que fui um pouco utópico aqui e deixo margem a várias interpretações).

Está mais do que na hora das empresas adquiriem a consciência de que existem riscos inerentes ao negócio TI e que estes são mais acentuados no aspecto humano. Processos de gestão de TI devem estar amplamente documentados e equipes de trabalho devem ser formadas e treinadas sob esses processos. As peças humanas pode ser manejadas com certo gráu de conforto para a empresa, sem os riscos de verem tudo parar. Por sua vez, os profissionais trabalharão melhor num time, cada qual com suas atribuições, sem se sentirem sobrecarregados como se fossem o slogan de certa marca de palha de aço: “com mil e uma utilidades”.

Enfim, TI é isso: riscos e oportunidades. Gerenciá-la de forma correta favorece estas ao tempo em que minimiza aqueles.

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mai 03

“Muito!” - talvez responda. Mas será que outros têm a mesma percepção?

Para ilustrar, relembrarei uma parábola muito difundida entre os palestrantes corporativos pelo Brasil afora.

“Certa vez um rico empresario adquirira um caro computador para sua empresa. Todo satisfeito com seu investimento, um dia ficou em sérios apuros porque a máquina insistia em não funcionar direito. Inconformado, mandou chamar um especialista em computadores para evitar que seu prejuízo fosse inevitável. O técnico, ao fazer um exame superficial no eqipamento, constatou qual seria o problema e, abrindo-o, inverteu a posição de dois pequenos fios conectados em seu interior. O computador então voltou a funcionar pefeitamente conforme esperado.

Ao indagar quanto lhe custara a assitência técnica, e já calculando pagar um baixo honorário em face da simplicidade do conserto, o empresário tomou um tremendo susto quando o especialista informou que lhe custaria mil reais.

“Prove que o serviço vale o que estás a cobrar que o pagarei” - desafiou o empresário. O especialista tomou um bloco de notas e reascunhou o seguinte orçamento:

Inverter a posição dos fios ……………………………… R$        1,00
Saber quais fios certos a inverter …………………….. R$    999,00
————————————————–
TOTAL …………………………………………………………. R$ 1.000,00

Agora convencido, o empresário pagou sem hesitação pelos serviços técnicos especializados.”

Essa história, talvez fictícia, ilustra bem o valor que tem o conhecimento. O problema reside em fazer outros compreenderem esse valor pela ótica correta. Muitas vezes interesses contrários aos seus formam obstáculos para o convencimento de seu valor.

Certa vez desenvolvi um pequeno sistema Web para um amigo meu. Devido ao vínculo de amizade decidi cobrar apenas 20% do que cobraria a outro cliente comum. Ainda assim, meu amigo ficou horrorizado com o custo e tentou me dissuadir daquela cobrança. É claro que sua visão sobre o valor de meu conhecimento estava completamente distorcida pela sua própria percepção de custo de investimento.

Com a experiência adquirida, sei que nenhum sistema fica muito tempo sem suporte e que este pode representar ganhos substanciais para seu desenvolvedor. Assim, aceitei baixar ainda mais o preço sob uma condição: eu seria compensado em qualquer pedido de suporte que ele me fizesse. Achando que estava fazendo um bom negócio ele topou.

Não deu outra. Poucos meses após o sistema ficar pronto, uma mudança nas regras de seu negócio o obrigaram a solicitar o suporte necessário. Dessa vez eu cobrei duas vezes mais do que cobraria a um cliente comum e o custo superou até mesmo o investimento inicial.

É claro que ele questionou tudo, desde o volume do serviço em relação ao trabalho original, até quanto ele achava que poderia valer o suporte, baseando-se em seu baixo investimento inicial. Usando a mesma tática da ilustração mencionada acima, e sabendo da dependência criada pelo sistema, argumentei:

“Caso essa mudança não seja feita, quanto custará ao seu negócio?” Ele foi bastante sincero em responder o impacto financeiro do não fazer. Daí concluí: “Neste caso, o que eu estou lhe cobrando é irrisório em face dos prejuízos que você poderá vir a ter.”

Como estávamos jogando limpo, segundo as regras já acertadas anteriormente, ele não ousou questionar outros termos e foi obrigado a admitir que meu conhecimento naquele momento valia cada centavo do investimento. Como bom amigo que sou, acabei dando um desconto vantajoso, pois havia chegado no ponto em que queria: a valorização do conhecimento.

Quando você se auto-questionar sobre o valor de seu conhecimento acumulado, lembre-se: o verdadeiro valor só será admitido se você conseguir persuadir outros a olharem para ele sob a ótica correta.

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